segunda-feira, 11 de julho de 2011

Doação de materiais para a construção de praça e parque de lazer no Parque Oziel

A realização do mutirão no dia 17 de julho de 2011, das 8h00 as 18h00, para a construção de praça e parque de lazer no Parque Oziel em Campinas, é uma iniciativa dos moradores locais junto a Fundação Educar DPaschoal.

Este mutirão, conhecido também como Oásis, tem como objetivo mobilizar moradores de uma região, para juntos pensarem em melhorias para o seu bairro a partir de seus talentos, sonhos e recursos locais. O método foi desenvolvido pelo Instituto Elos, organização da baixada santista. E que só neste ano já capacitou mais de 100 pessoas para realizarem este mutirão em seus países de origem como no: Brasil, Paraguai, Chile, Peru, Colômbia, Bolívia, Espanha, Suécia, Holanda, Alemanha, África do Sul, Nigéria, Índia, entre outros.

O processo para a realização deste mutirão no Parque Oziel, próximo dia 17 de julho (Domingo), começou dia 18 de junho, e durante os trabalhos que continuaram nos finais de semana seguintes, os moradores escolheram e planejaram como ações de transformação e melhoria para o bairro a: construção de praça e parque de lazer no Oziel.

Para este sonho se tornar realidade solicitamos a você a contribuição dos seguintes recursos: materiais de construção (como tábuas de madeira, pregos, parafusos, sacos de areia, cimento), tintas, pincéis, itens de paisagismo (como mudas de árvores e flores), azulejos, pneus, materiais reciclados, dentre outros. A lista com os materiais necessários segue neste mesmo documento, e reforçamos a importância da sua contribuição com alguns dos itens descritos além da sua participação no dia da ação.

Quem puder contribuir, envie um email para: brunolima@neuronio.com.br

 

KIT OÁSIS: MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DO MUTIRÃO

 

1. 2 sacos CIMENTO, 2 sacos AREIA, 2 sacos BRITA se necessário para fixação ou outros.

 

2. MADEIRA E ACESSÓRIOS

  • 05 tábuas de madeira (20cm x 6m)
  • 04 vigas ou troncos de EUCALIPTO de 3m
  • 01 compensado naval
  • 10 caibros
  • 10 ripas
  • Telha Ecológica ou similar (em caso de casinha)
  • 2kg de prego tamanho pequenos 2kg de prego tamanho médio e 2kg de prego tamanho grande
  • Parafusos com porcas e arruelas para madeira ou com bucha para parede
  • 10m de corda para brinquedos, guarda corpos, outros

 

3. MOBILIÁRIO URBANO

  • 04 bancos, em caso de conseguir na Prefeitura
  • Brinquedos pré fabricados em caso de conseguir na Prefeitura
  • Mesas para dama e xadrez, com 4 banquinhos em caso de conseguir na Prefeitura

 

4. MURAIS

  • Azulejos ou Caquinhos de diferentes cores, tipo liso (branco, vermelho, amarelo, azul, verde, preto, outros...)
  • 2 sacos de Argamassa Colante tipo CimentCola
  • 2 sacos de Rejunte cor cinza claro
  • 2  latas de 18L LATEX ACRÍLICA (Branco e Diferentes cores vivas)
  • Bisnasgas de diferentes cores
  • 05 Galõesde tinta LATEX ACRÍLICA de 3,6L: 01 galão verde, 01 galão amarelo, 01 galão vermelho, 01 galão azul, 01 galão preto
  • 2litros de água raz
  • 20 bandejas de tinta, 20 rolinhos médios,  20 pincéis médios e 10 pequenos
  • 2 rolos de fita crepe

 

5. PAISAGISMO

  • 50 Mudas arbustivas (em caso de jardim – espécies nativas ou adaptadas ao clima local)
  •  Mudas ou sementes para Horta (em caso de horta)
  • 6 palmeiras Açaí ou Nativas da REGIAO altura mínima 1,5m
  • 12 árvores Frutíferas ou Nativas da REGIAO (ex:cupuaçú,castanheira, Ipê, pitanga, goiaba, jaboticaba, outros) altura mínima 1,5m  
  • +- 2 m3 de Pedrisco ou Brita
  • +- 3 M3 de terra adubada (em caso de praça, jardim, canteiros)
  • +-60m2 de grama pisoteável tipo Esmeralda para Parquinho
  • 300 tijolos de barro para canteiros de plantas, forno, outros
  • Bambu ou Taquara para pergolados, banquinhos, outros

 

6. FERRAMENTAS E MÃO DE OBRA

  • Caixa de Ferramentas básica (martelo, serrote,lima, chave de fenda...)
  • Furadeira, Serra Circular para madeira, Cavadeira Manual, Pá, Enxada, Carrinho de mão

 

7. RECICLADOS

  • Pneus
  • Madeiras, Caixotes, Paletes
  • Pedras
  • Caquinhos
  • Ferragens, objetos
  • Restos de Tinta

sexta-feira, 8 de julho de 2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Oásis – o sonho no Parque Oziel

Qual o seu sonho para o Parque Oziel?

Era essa a pergunta feita na Barraca dos Sonhos, que estava posicionada, envolta de barracas de doces e salgados juninos, no “Arraia do Ozier”.

Timidamente a comunidade foi chegando pra entender como funcionava essa barraca de troca, nada junina, mas cheia de alegria!

Munidos de uma árvore, começamos a colocar os sonhos que nela faltavam.

A primeira sonhadora foi a professora Tereza, que nos acompanhou no nosso primeiro encontro do “Olhar” – “eu gostaria que as crianças tivessem mais áreas de lazer dentro da comunidade para elas se divertirem!”


E aos poucos as pessoas foram chegando e sonhando!

De praça a parque, passando por cinema, piscina, asfalto, biblioteca, centro cultural, grafites, cobertura da quadra, brinquedoteca, paz, sossego, sinalização nas ruas, entre tantos outros sonhos...



E a nossa equipe também sonhou!

A tarde foi chegando e a festa junina acabando, nesse embalo desmontamos nossa barraca dos sonhos e abrimos espaços para um encontro ainda mais animado, com os moradores do Parque Oziel.

Divididos em mesas os moradores foram se apresentando e sendo apresentados à metodologia do Oásis com um vídeo inspirador:

Agora sim! Com o coração cheio de inspiração, demos inicio ao nosso World Café, onde os moradores apresentaram os seus sonhos reais para o Parque Oziel, e possíveis caminhos para torna-los realidade.

Alguns dos sonhos apresentados foram: a criação de uma horta e/ou jardim na área ao lado da escola, uma praça com academia e parquinho para as crianças, revitalização de um barquinho entre outros.


Depois de tantos sonhos e infinitas inspirações terminamos nossa tarde com o jogo do “tocou-colou” e uma chuva de corações!!!




Não percam nosso próximo encontro às 14:00, na escola Oziel, para o planejamento do sonho que será realizado no próximo dia 17 de julho!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Oasis Oziel – O passo-a-passo

O Oasis é uma metodologia desenvolvida pelo Instituto Elos, organização de Santos, para trabalhar com comunidades, ou, com grupos de pessoas que morem no mesmo local. O objetivo é estimular que as pessoas se encontrem para sonharem e planejarem ações que possam trazer melhorias para a comunidade.

O Oasis Oziel foi idealizado pela Fundação Educar da Dpaschoal, que já desenvolve outros projetos na comunidade. Este projeto faz parte do Fórum Empreender com Valores, que acontecerá pela segunda vez na UNICAMP, dias 16 e 17 de julho. No segundo dia do evento, os participantes inscritos contribuirão durante um dia de mutirão para a realização de um sonho comunitário.

Para o planejamento deste mutirão, contamos com uma equipe formada pela Escola de Guerreiros Sem Armas – responsáveis por replicar a metodologia do Oasis.

O primeiro encontro desta equipe com a comunidade foi no dia 18 de junho, na Escola Oziel Alves Pereira, que também é parceira nesta ação. Neste mesmo dia começou oficialmente o contato com os moradores locais, e a identificação das potencialidades e belezas da comunidade. Clique aqui para saber como foi.

Em 25 de junho, em conjunto com os moradores locais, realizou-se a I Feira de Talentos do Oziel, com o objetivo de que os moradores conhecessem e valorizassem os talentos/habilidades uns dos outros. Clique aqui para saber como foi.

No próximo sábado, dia 2 de julho às 14h00, na Escola Oziel Alves Pereira, acontecerá um encontro com os moradores locais, quando será escolhida uma ação/sonho para ser realizado no dia do mutirão/Oasis.

Neste mesmo sábado, a partir das 9h00 da manhã, acontecerá a festa junina na escola, e desde manhã, a equipe do Oasis oferecerá aos moradores atividades paralelas a festa, e que faz parte dos preparativos para a reunião que acontecerá à tarde: o encontro dos sonhos.

O próximo encontro será dia 9 de julho, quando a ação será planejada, e iniciará a mobilização de materiais necessários.

E finalmente, dia 17 de julho, o Oziel receberá voluntários de todo o Brasil e colocará a mão na massa para que o sonho se torne realidade.

Inscreva-se no Fórum: http://www.empreendercomvalores.org.br

Participe!

Oásis – O afeto no Parque Oziel

Oásis – O afeto no Parque Oziel

Após conhecermos os talentos e as belezas do Parque Oziel, agora era a hora de nos conectarmos com a comunidade!

Dedicamos nossa manhã, para descobrir, quem são essas pessoas que fazem o Parque Oziel acontecer todos os dias. Utilizando a metodologia do afeto, saímos pela comunidade com ouvidos atentos e corações abertos.

Dentro dessa grande comunidade encontramos histórias, como a dona Olivia, cuidadora de plantas. Em sua casa possui diversos tipos de plantas que são cuidadosamente plantadas em “vasos” adaptados, como copos de liquidificador. Seu sonho é ter uma floricultura.

Com muita renda, bordado e pintura, conhecemos as amigas Lea e Leo, apaixonadas por artesanato, fazem de tudo! De toalha de mesa a enxoval de bebê passando por chinelos decorados e camisetas em patchwork, ambas sonham em ganhar seu sustento fazendo o que gostam – arte!


Moradores mais antigos lembram que há 16 anos, não havia quase casas e era “um matagal só”, lembra dona Maria. Caminhões pipas abasteciam a comunidade e também jogavam água pelas ruas pra baixar a poeira. Uma grande figura que fez parte desse momento importante do nascimento da comunidade foi o Padre Nelson, que permanece vivo na memoria de muitos moradores.

Depois de percorrer pelos sonhos dessa comunidade, nada melhor do que apresentar os talentos que ela possui: às 14:00 na Escola Municipal do Parque Oziel teve inicio à Feira de Talentos!

Com muita alegria a decoração foi preparada, e os artistas do Parque Oziel foram chegando timidamente.

Em ritmo de festa o apresentador Farofa, comandou a festa, anunciando o primeiro talento:

Washington, que apresentou sua dança no melhor estilo psy rebolation.

Jeniffer e Vanessa, também em ritmo dançante, arrasaram na coreografia, dançando funk.

Para embelezar a festa, Dona Olivia levou suas “belezas”, maneira como chama carinhosamente suas plantas. E aproveitou apara soltar a voz, com belíssimas músicas românticas.

Complementando a decoração, a dona Denal, apresentou seu trabalho artesanal composto de flores, galhos de árvores e folhas de jornal, que juntas compunham quadros e enfeites de decoração. A Lea levou seus chinelos decorados com pedraria, suas toalhas bordadas e pintadas e suas camisetas em patchwork.

Quem esteve por lá soltando a voz foram os jovens e também já adultos: Tarcilo, Nelma, Claudineia e Erinaldo, acompanhado de seu violão.

Patriotas que somos, também, fomos prestigiados com a execução do Hino Nacional realizada em flauta transversal pelo jovem Joabi.


Em uma única roda, todos juntos, realizamos a “performance” da dança do merequetê, que terminou com muita gargalha e diversão.

Agora é só esperar até nosso próximo sábado: o Encontro dos SONHOS, que ocorrerá às 14hs na Escola Oziel Alves Pereira, logo ao término da festa Junina!!!

Vamos sonhar juntos o Oziel que queremos ser?!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Como empreender na empresa em que trabalha?

Já tratamos daqueles que precisam sobreviver ao cotidiano corporativo enquanto não conseguem abrir o próprio negócio, e navegando na mesma temática, abordamos sobre a preparação necessária para aqueles que estão arrumando as malas para puxar o carro dos próprios empregos, e pretendem se atirar na perigosa, mas fascinante, aventura do livre empreendedorismo.

Nas duas situações, o texto foi dirigido para aqueles que, de uma forma ou outra, não encontram nos ambientes corporativos tradicionais um caminho de realização. Não conseguem, a bem da verdade, enxergar ali o seu futuro.

Contudo, o conceito de empreendedorismo, dependendo do enfoque, pode adquirir características bastante amplas e universais. Assim, podemos encarar como empreendedores, todos aqueles que assumem uma atitude ativa, estimulante e inovadora (sempre com uma boa dose de inconformismo) diante da sua atividade profissional, seja ela exercida em uma empresa, em uma entidade do terceiro setor, no próprio serviço público ou em qualquer outro lugar onde a iniciativa e o senso de realização possam brotar, e de preferência, resultar em justas recompensas.

Mas não é fácil trilhar esse caminho, onde muitas vezes a passividade, os jogos de poder, a resistência ao novo e a uma atitude incomum como essa, podem se transformar em enormes obstáculos para a realização dessas pessoas, que legitimamente assumem não ter o perfil para correr os riscos que um negócio ou uma iniciativa própria representam, preferindo empreender nos seus próprios empregos.

Sendo assim, seguem aqui algumas dicas que podem ajudar:

1- Vá com calma, não avance com tanta sede para não despertar resistências. Entenda que o seu perfil profissional não é comum, e muitas vezes, pode ser encarado pelos acomodados como uma fonte de chateação e mais trabalho.

2- Cuidado com os seus superiores. Caso o seu senso de iniciativa ganhe espaço e visibilidade, poderá atrair a ira daqueles que são mais inseguros ou incompetentes, e uma vez que se sintam ofuscados, levantarão todas as barreiras e dificuldades, isso se não decretarem a sua morte profissional.

3- Mas caso tenha um chefe competente e que compartilhe os mesmos valores, recomendo que se transforme em um aliado de confiança. Ele certamente agradecerá, pois eventualmente enfrenta com os próprios superiores, as mesmas barreiras que você está tentando evitar.

4- Tente avançar a margem dos jogos e escaramuças de poder. Isso toma tempo, é cansativo e cria inimizades. Lembre-se, você precisa avançar discretamente.

5- Elabore seus projetos internos com riqueza de detalhes, e planeje o momento certo para tirá-los da gaveta, sem esquecer de envolver os possíveis aliados.

6- Ao elaborar seus projetos, pense de que forma vai obter a sua justa recompensa, caso sejam implementados e bem sucedidos.

7- Fuja de generalizações, das superficialidades corporativas e das modinhas de gestão. No lugar disso, conquiste uma imagem real de disciplina, profundidade nos argumentos e capacidade de realização. Isso ajudará a espantar muitos opositores, que dopados com o próprio e eterno blá, blá, blá, encontrarão dificuldades para rejeitar suas ideias.

8- Adquira conhecimento profundo sobre seus temas de interesse. Organize as informações de forma que possa acessá-las com facilidade, em benefício dos seus argumentos e defesas.

9- Tenha paciência. Como nada é perfeito nessa vida, no lugar dos riscos do livre empreendimento e do negócio próprio, terá que enfrentar a sua própria ansiedade, e construir alianças e apoiadores com perseverança e disciplina.

10- Desenvolva uma eficiente gestão do próprio tempo, e o encare como seu principal recurso, uma vez que terá de enfrentar as rotinas cotidianas.

É isso, de fato você não precisa se demitir para se tornar um empreendedor, mas tenha sempre em mente que todo esse esforço deverá trazer alguma recompensa, e caso, no lugar disso só lhe traga desgaste e dor de cabeça, sem um único centavo a mais no bolso, bem, então saiba que chegou a hora de repensar suas opções e começar a admitir a ideia de cair fora, ou quem sabe, encarar a aventura da sua própria empresa.

Boa sorte!

Gustavo Chierighini, da Plataforma Brasil

Fonte: Blog Saia do Lugar

Férias Escolares são tempo para parques, zoológicos e museus

Confira algumas dicas de passeios para ampliar o repertório cultural

Simone Harnik

Da Redação do Todos Pela Educação

Além de ser o momento do descanso necessário para reabastecer as energias e enfrentar o segundo semestre letivo, o período de férias escolares também é uma boa época para ampliar o repertório cultural em museus e conhecer parques e zoológicos.

O Todos Pela Educação compilou uma lista de atrações pelo País, para ajudar na hora da escolha. Se você tem outras sugestões, deixe seu comentário.

Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) é responsável pela administração direta de mais de duas dezenas de instituições pelo Brasil. Conheça-as aqui. O site www.museus.art.br, por sua vez, traz uma lista de alguns dos museus de arte do País; confira. Já o Portal do Brasil na web contém uma galeria de arte virtual, para quem não pode ou não quer sair de casa nas férias.

A relação de zoológicos, parques ecológicos e aquários está disponível no site daSociedade de Zoológicos do Brasil (SBZ). Esses locais concentram, segundo a entidade, um acervo de cerca de 40 mil animais por todo o Brasil. Veja a relação por estado aqui.

Lembre-se sempre de checar as informações, como horário, endereço e preço para visitação, antes de sair de casa.

Fonte: http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/noticias/17063/ferias-escolares-sao-tempo-para-parques-zoologicos-e-museus/

segunda-feira, 27 de junho de 2011

3ª Semana do Empreendedor Individual

Cursos, oficinas e informação para os Eis

De 27 de junho a 2 de julho, em todo o País, 3ª Semana do Empreendedor Individual formaliza empreendedores e ajuda os já formalizados a crescer mais.

A 3ª Semana do Empreendedor Individual tem o objetivo de obter novas adesões e oferecer cursos e informação para os empresários já registrados, para que possam obter o melhor resultado possível em seus empreendimentos. Quem se registra como Empreendedor Individual torna-se na prática um empresário, com direito a CNPJ, emissão de nota fiscal e cobertura previdenciária. 

Saiba mais sobre as condições para tornar-se um Empreendedor Individual, as categorias existentes e dispensa de contabilidade.  

Durante a 3ª Semana do Empreendedor Individual, o Sebrae vai receber os Empreendedores Individuais e candidatos interessados em um ambiente convidativo e confortável. 

Nestes locais você vai encontrar produtos e soluções do Sebrae para a evolução de seus empreendimentos. Não deixe de comparecer e convide seus colegas para conhecer. 

Vale lembrar que os empreendedores também podem se formalizar via internet a qualquer momento ou nos pontos de atendimento do Sebrae. Saiba mais no 0800 570 0800.

Fonte: http://www.sebrae.com.br/customizado/semana-do-empreendedor-individual

Mato Grosso do Sul e China firmam acordo para intercâmbio cultural

Mato Grosso do Sul e a província chinesa de JangXi têm agora um novo acordo firmado com o incentivo do governo do Estado. O governador André Puccinelli recebeu nesta manhã (10) uma delegação da Província e representantes do Centro Universitário Unaes Anhanguera que firmaram o termo de cooperação que leva para a China professores e alunos para um intercâmbio cultural focado na experiência de aprendizado da língua e da escrita local. Por outro lado, docentes e acadêmicos das universidades da província terão a oportunidade de vir até o Estado para conhecer mais e aprender a língua portuguesa.

O termo está entre as ações conjuntas entre Mato Grosso do Sul e JangXi, sendo o primeiro a ser firmado entre as duas regiões que em 2009 se tornaram “irmãs”, através da assinatura de um protocolo de intenções firmado entre os governos dos dois estados durante visita do governador André à Província chinesa.

“Hoje estamos firmando um acordo educacional e poderemos ampliar para um intercâmbio industrial na área da siderurgia. O objetivo é ampliar esta parceria começando com a educação. Temos certeza que o futuro da produção está no Centro-oeste do Brasil e aqui no Mato Grosso do Sul queremos ampliar a gemealidade entre o nosso estado e a Província de JangXi”, afirmou o governador André.

Para o conselheiro cultural da Embaixada da China no Brasil, Shu Jian Ping, todos os estados brasileiros têm potencial para uma parceria com a China, porém Mato Grosso do Sul sai na frente com uma visão de futuro que dá força à parceria. “Aqui o governador dá importância a este intercâmbio. Eu acho que é um dos Estados que está mais avançados nesta cooperação com a China, então certamente é onde o intercâmbio vai tomar um impacto mais amplo”, observa o conselheiro.

Puccinelli ressaltou a parceria como uma ação que fomenta o crescimento conjunto, ponto que também foi tratado como fundamental para os representantes chineses. “Com o rápido desenvolvimento econômico e político dos dois países, as relações culturais também são importantes. Como o governador bem colocou: o Mato Grosso do Sul é presente e futuro do Brasil. É uma região com grande potencial de desenvolvimento, principalmente nas cooperações com a China. Então eu acho muito importante nós intensificarmos essa relação entre as duas partes”, apontou Jian Ping.

Ainda conforme o conselheiro, a parceria e o empenho do governo do Estado em manter o intercâmbio cultural é fruto da visita que o governador André Puccinelli fez à Província. “O governador já visitou pessoalmente a China, então já tem noção de como é nosso crescimento. Como diz um antigo provérbio: Vale mais ver com os próprios olhos uma vez só do que ouvir cem vezes”, completou.

Fonte: http://www.acritica.net/index.php?conteudo=Noticias&id=42036

Responsabilidade Social: muito além do currículo

Você já fez algum trabalho voluntário? Já pesquisou alguma instituição perto de você que esteja precisando de auxílio em projetos sociais? Procura fazer a sua parte em pequenas ações do seu dia a dia?

A discussão em torno do que é responsabilidade social e voluntariado é recente, o movimento também. Hoje ainda pode ser considerado um diferencial no seu currículo ter uma experiência voluntária de impacto para a sociedade, mas a tendência é que isso caminhe para quase um pré-requisito essencial, assim como ter domínio na língua inglesa.

Mas afinal, no que trabalhar com responsabilidade social pode realmente agregar para você?

1- O olhar do outro

Ao se deparar com os problemas dos outros e trabalhar para melhorar determinadas situações, você ganha uma habilidade essencial para quem deseja liderar equipes: olhar diversas situações sob a ótica do outro. Poucas pessoas conseguem analisar uma situação levando em consideração a diversidade de opiniões, culturas, etc. Você sai preparado para trabalhar em equipe.

2 – Ganho de jogo de cintura

A maioria dos projetos sociais conta com recursos escassos. Então você aprende a trabalhar com a máxima da fazer muito com pouco. Nesse sentido, você busca reduzir custos, o não desperdício e isso estimula e muito a sua criatividade! Esse jogo de cintura te deixa preparado para enfrentar as pressões do mercado de trabalho. Se você consegue se desenvolver com poucos recursos, imagine em uma grande empresa?

3 – Benefícios para sua saúde

Sabia que estudos apontam que ajudar ao próximo traz benefícios ao coração, faz bem ao sistema imunológico, além de aumentar a expectativa de vida no geral? No campo psicológico, podemos até afirmar que o trabalho voluntário contribuiu para dar um sentido a sua vida, é aquela velha expressão: enxergar os problemas dos outros para ver que os seus são pequenos…

4- Visão de mundo

Ao se envolver com uma causa, você se torna mais engajado em melhorar problemas da sociedade, pesquisar ações que já estão sendo feitas e colocá-las em prática. Se interessa mais por política e fica mais informado sobre seus direitos. O seu raciocínio transita bem entre o local e o global, pois você consegue visualizar ações nas diferentes escalas para a causa que está trabalhando.

5- Ética e outros valores implícitos

Quem realiza trabalho voluntário geralmente ganha fortes traços em seu modo de agir, relacionados com: ética, solidariedade, responsabilidade, respeito ao próximo, comprometimento, tolerância, entre outros, bem fortes em sua personalidade.

Na próxima segunda, a AIESEC vai te dar uma oportunidade de você se desenvolver através de trabalho voluntário e ainda viver uma experiência internacional. Aguarde!

 

Fonte: http://www.aiesec.org.br/blog/novas-visoes/responsabilidade-social-muito-alem-do-curriculo/

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Estão abertas as inscrições para o IV Edital Aprendiz Comgás

O Edital oferece apoio financeiro para viabilização e implementação de projetos sociais idealizados e executados porjovens.

Podem se inscrever grupos de jovens de São Paulo Capital, ABC Paulista, Litoral Paulista, Região de Campinas e Região do Vale do Paraíba.

O valor é de R$2.500,00 para cada um dos seis projetos selecionados.

As inscrições podem ser feitas até 20 de julho através do link http://www.cidadeescolaaprendiz.org.br/editalpac/

Oasis – O olhar no Parque Oziel

Data de 1997 o início do surgimento da comunidade Parque Oziel, e dos bairros Jardim Monte Cristo e Gleba B em Campinas, São Paulo. De lá para cá muita coisa já aconteceu, o que não parece mudar (na visão de um visitante) é o verde exuberante que compõem a paisagem, sobretudo, construída pelos jardins, frente às casas dos moradores locais, e que dão as boas vindas a quem a visita.

Hoje, em média existem 30 mil moradores residentes no Parque Oziel. Grande parte deles deu as boas vindas a nós a Equipe do Oasis neste último sábado (dia 18 de junho de 2011), em meio ao clima de tranqüilidade e dia ensolarado que resguardaram a comunidade quando a conhecemos mais de perto.

O objetivo de tal encontro foi o de iniciar o processo de mobilização, levantamento de belezas, talentos, recursos e sonhos locais, que antecedem o dia da mão na massa, uma das etapas finais da metodologia desenvolvida pelo Instituto Elos, organização da baixada santista. Este momento, o de Mutirão ou do Milagre como é intitulado a materialização de um sonho coletivo de uma comunidade, é parte fundamental do Fórum Empreender com Valores, que em sua 2º edição contará com o trabalho de voluntários para o dia do Milagre no Parque Oziel no dia 17 de julho.

Tal como diz Antoine de Saint-Exupéry, em sua obra O Pequeno Príncipe, “o essencial é invisível aos olhos, que para um processo de Oasis simbolicamente resguarda o seu potencial de construção de laços afetivos. E foi isso o que a equipe do Oasis iniciou no dia 18 a: proposição de um novo olhar que busca identificar e revalorizar as belezas e talentos presentes na Comunidade do Oziel a partir da construção de laços afetivos com a comunidade local.

Este momento é conhecido no processo como a etapa do Olhar e também do Afeto. E para tal foi possível contar com a presença de Douglas, Ingrid, Larissa, Luan, Diellen, alunos, e Tereza professora da Escola do Oziel (parceira da ação do Oasis), e que agora compõem a equipe articuladora do Oasis no Parque Oziel.

Fig.1: Da esquerda para direita, Ingrid, Larissa, Diellen, Tereza, Luan e Douglas).

As atividades começaram as 9h00 da manhã na Escola do Oziel, tendo em vista o entrosamento dos jovens conosco (equipe do Oasis), apresentação do processo do Oasis e etapa do Olhar. E já lá o processo de descobrir e reconhecer o Oziel com outros olhos começou, tal como preconiza a metodologia ao valorizar a visão da abundância invés da escassez.

Como seria a experiência de olhar não apenas com os olhos, mas sim, perceber o ambiente por meio da audição, tato e olfato? Será que a experiência de conhecimento e descoberta de um local seria melhor?

Foi assim que, ainda de manhã, conhecemos o Oziel, de olhos vendados. E em duplas os jovens percorreram as ruas já conhecidas, porém de outro jeito ainda não vivenciado. Com uma regra: a ideia é que esta atividade fosse realizada em silêncio, para a experiência ser mais profunda (para quem era conduzido) e não haver dispersões durante o percurso.

(Fig.2: Larissa e Ingrid durante a dinâmica).


(Fig.3: Douglas conduzindo Luan durante a experiência).


(Fig.4: Tereza e Diellen).


(Fig.5: Julia e Bruno da equipe Oasis também realizando a atividade).

A experiência gerou entusiasmo e reflexões interessantes no grupo. Para alguns, foi à descoberta de um ambiente ainda não conhecido tal como disse Diellen que argumentou nunca antes ter “visto” uma árvore como a que sentira na experiência descrita aqui. Para outros, foi percebido um Oziel tranqüilo e sentido uma comunidade diferente. E também alguns se sentiram durante o processo estar em família, isso porque encontraram pelo caminho alguns amigos.

(Fig.6: Equipe fazendo o relato da experiência vivida para depois ser compartilhada).


(Fig.7: Letícia, também da equipe do Oasis relatando como foi para ela a atividade).


E também durante o processo de descoberta de um novo Oziel, os jovens perceberam a responsabilidade que tem a pessoa que se torna o condutor de quem está com os olhos vendados.

Continuando o processo de descoberta de um novo Oziel, o próximo desafio da equipe foi o de encontrar e registrar cinco belezas (natural, construída, social e econômica) e talentos do Oziel. E ainda, divulgar por meio de panfletos a Feira de Talentos da comunidade que acontecerá no dia 25/06, próximo sábado às 14 horas na Escola do Oziel.

As belezas detectadas pelos jovens e o resto da equipe compuseram uma paisagem do Oziel de montanhas, árvores, animais, lojas, pipas, rádio local construções, paisagem, casas, jardins, costureiras. E que é enriquecida com os talentos já descobertos, como os dos pedreiros (como o Wallace), faxineiras (como a Josiele), cozinheiros (como o João Baroni), aquelas que dominam a arte de plantar (como a Dona Maria e Dona Leda), fotógrafas ( como a Nayara), dançarinas (como a Marielita), costureiras (como a Elza e a Eide), músicos (como o Erinaldo), os que dominam a arte de soltar pipa ( como o Quinho e o Marcos), dentre outros inúmeros talentos existente no Oziel.

E muito mais se espera reconhecer na Feira de Talentos do Oziel, que será o próximo passo a ser dado nesse delicioso processo.

Os jovens ficaram incumbidos de continuarem a divulgação da feira nos próximos dias que a antecederão, por meio de cartazes a serem espalhados pela comunidade, e exposição do evento na escola e rádio local (a qual foi descoberta no processo de levantamento das belezas e talentos).

Aguardarem as próximas notícias dos próximos passos de Douglas, Diellen, Luan, Ingrid, Larissa e outros moradores do Oziel!

Participe você também - Fórum Empreender com Valores 2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Prêmio Produz Brasil 2011 está com inscrições abertas

Em sua primeira edição realizada em 2010, o Prêmio Produz Brasil, iniciativa inédita que visa reconhecer as ações ambientais e sociais de empresas ligadas aos diferentes segmentos do agronegócio, superou as expectativas dos organizadores quanto ao número de projetos inscritos e a participação de importantes representantes do setor que acreditaram nessa proposta realizada pela revista Produz, com apoio da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (FAESP).

Dessa forma, estão abertas até 31 de julho as inscrições para o Prêmio Produz Brasil 2011, que premiará as seguintes categorias: Responsabilidade Social, Responsabilidade Ambiental; Investimento em Inovação e Tecnologia na Gestão, no Processo e no Produto; Melhor Integração Fornecedor-Produtor e a Marca mais Lembrada do Agronegócio.

“A importância em reconhecer o valor das empresas que fazem do agronegócio nacional um dos mais fortes do mundo, motiva continuidade desse projeto, que reconhece e incentiva a produção sustentável, não focada apenas no resultado econômico, mas com preocupação ambiental e responsabilidade social”, ressalta a diretora de marketing e novos negócios da Editora Racar, Rosana Couto.

Os vencedores da primeira edição do prêmio foram Agro-Pecuária CFM, Arenales Fauna e Flora, Arysta LifeScience, Marfrig Alimentos, Syngenta Proteção de Cultivos e Tortuga. “Visto ser a iniciativa de uma revista com apenas cinco anos no mercado, foi uma grata surpresa as 32 inscrições recebidas de um seleto grupo de empresas que fazem do agronegócio nacional um dos mais grandiosos do mundo”, destaca.

Para esse ano, as expectativas dos organizadores são as melhores: “Nosso objetivo é aumentar a participação das empresas, além da captação de apoios institucionais e a união da cadeia produtiva”, declara Rosana.

Os projetos inscritos serão avaliados por uma comissão técnica especializada e, depois, por um conselho de jurados. Os vencedores receberão troféu, certificado de reconhecimento pelo trabalho realizado. Além disso, poderão usar o selo alusivo ao prêmio em suas comunicações.

As inscrições para o Prêmio Produz Brasil 2011 vão até o dia 31 de julho de 2011: www.revistaproduz.com.br

Fonte: http://www.sonoticias.com.br/agronoticias/mostra.php?id=43604

Empreendedorismo que traz cidadania

Vocação da população para trabalho por conta própria posiciona o estado entre os que mais legalizam empreendedores individuais. Sebrae/RJ vai mapear comunidades para oferecer serviços direcionados

POR LEILA SOUZA LIMA

Rio - De aproximadamente 1,1 milhão de brasileiros que entraram para a economia formal por meio do programa do governo federal Empreendedor Individual, mais de 150 mil são do Rio de Janeiro. Essa alta taxa de participação se deve a um traço marcante do fluminense: dom para o empreendedorismo. “Enquanto em São Paulo, as pessoas perdem o emprego e vão em busca de outro, no Rio, boa parte resolve partir para iniciativa própria”, compara Cezar Vasquez, diretor-superintendente do Sebrae/RJ, uma das portas de acesso à formalização. A instituição fará pesquisa em comunidades para traçar os perfis empreendedores e oferecer serviços adequados a cada realidade.

O trabalho será feito em parceria com o Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade e vai mapear regiões com Unidades de Polícia Pacificadora. Serão sete áreas: Formiga, Borel, Salgueiro, Turano, Macaco, Andaraí/Flor da Mina, São João/Matriz/Quieto. “Há um mês, fizemos prévia no Morro da Formiga e na Ladeira dos Tabajaras: empreendedores, em geral, têm mais de 24 anos, aproximadamente 50% são donos de negócios com mais de cinco anos, vivem nas comunidades e já passaram pelo mercado de trabalho”, detalha Vasquez.

Jorge Eduardo Ribeiro, 33 anos, é exemplo próximo desse perfil. Após deixar o emprego, abriu um pet com sua mulher, Carolina Alves, 32, perto da Rocinha, onde vivem. “Procurei o Sebrae quando o programa foi lançado. Eu queria vender remédios e rações importadas. E só com a legalização seria possível”, conta Ribeiro.

Para a esteticista Adriana de Faria Xavier, a formalização também deu frutos: “Depois que passei a ser empreendedora individual, montei um site (www.adrianaesteticista.com.br) e posso fazer anúncios. Tornar-se formal é vantagem para o futuro”.

Alinhado às comunidades

O Sebrae/RJ vai padronizar linhas de ações que atendam às necessidades de cada região alcançada pelo programa. A ideia é observar características como grau de instrução, atividades predominantes e outras. Dos mais de 150 mil formalizados no Estado do Rio, pelo menos 15% estão nos cadastros do Sebrae/RJ, porque acessaram a instituição em alguma fase do processo de legalização empresarial. 

Mas um dos problemas identificados é a alta taxa de inadimplência no recolhimento das contribuições legais. É um percentual alto (58,5%), se comparado à média apurada em todo o País — 45%. “É preciso entender que, para dar certo, é necessário cumprir com as obrigações”, alerta Cezar Vasquez.

Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/60anos/html/2011/6/empreendedorismo_que_traz_cidadania_168866.html

Banco brasileiro reconhecido como o Mais sustentável do mundo pelo IFC e pelo Financial Times

O Itaú Unibanco foi eleito, em 16 de junho, em Londres, o Banco Mais Sustentável do Mundo no prêmio “2011 FT/IFC Sustainable Finance Awards”, concedido pelo jornal britânico Financial Times e pelo IFC (International Finance Corporation), braço financeiro do Banco Mundial. Trata-se do primeiro banco brasileiro a ser escolhido na categoria principal do prêmio. Em 2009 e 2010, o Itaú Unibanco também foi reconhecido como Mais Sustentável das Américas, concorrendo com instituições da Argentina e do México. 

Contexto
O prêmio FT/IFC Sustainable Finance Awards é a maior premiação global para investimentos e práticas bancárias sustentáveis. Ele procura destacar como as instituições financeiras criam compromisso e valores compartilhados com as partes interessadas sobre os temas do desenvolvimento sustentável. Em 2011, o prêmio também buscou retratar como os investimentos sustentáveis, principalmente fundos de pensão e fundos privados, apóiam as pequenas e médias empresas, vitais para a criação de empregos, crescimento regional e desenvolvimento econômico em todos os países. 

O Sustainable Finance Award começou como um prêmio distribuído pelo jornal britânico Financial Times a bancos e, por cinco anos, foi o único a reconhecer o esforço das instituições financeiras de todo o mundo pelo desenvolvimento sustentável. 

Em 2011, inscreveram-se no prêmio 187 iniciativas de 161 instituições representando 61 países, um recorde de participação, o que valoriza ainda mais a conquista do Itaú Unibanco. 

Sustentabilidade como estratégia de negócio

Em 2009 e 2010 o Itaú Unibanco já havia sido reconhecido, pelo mesmo prêmio, como Banco Mais Sustentável da América Latina e de Mercados Emergentes, respectivamente, Em 2011, como já ressaltamos, foi eleito o Mais Sustentável das Américas e ganhou a maior láurea, como Mais Sustentável do Mundo. 

O Itaú Unibanco ainda foi finalista na categoria Financiamento de Necessidades Básicas, com o case de crédito universitário.

Este ano, o júri do prêmio foi constituído por: Martin Dickson (Financial Times), Rachel Kyte (IFC), Isher Judge Ahluwalia (Conselho da Índia para Pesquisa e Relações Econômicas Internacionais), David Harris Head (do FUTSE, o índice de sustentabilidade da Bolsa de Londres), Mary Ellen Iskenderian (Banco Mundial das Mulheres) , Richard Laing (CDC Group) e Herman Mulder (consultor internacional de desenvolvimento sustentável). 

A PriceWaterhouse foi a entidade de auditoria que supervisou o prêmio. 

Concorreram com o Itaú Unibanco para Banco Mais Sustentável do Mundo as seguintes instituições: The Co-operative Financial Service (Reino Unido), YES Bank (Índia), Access Bank (Nigéria) e Bank Sarasin (Suíça).

O editor do Financial Times, Martin Dickson, ressaltou que o Itaú Unibanco foi escolhido num ano em que não só houve recorde de inscrições como grande qualidade dos casos apresentados, o que dá a dimensão da conquista. Dickson ainda enalteceu o esforço do banco em tornar a sustentabilidade parte central da estratégia de negócio, enfatizando que foi o fator decisivo para a concessão do prêmio máximo ao Itaú Unibanco. 

Na entrega do prêmio, Rachel Kyte, representante do IFC, lembrou que o Itaú Unibanco sempre apresentou bom desempenho no prêmio e que a fusão entre os dois bancos não interrompeu o processo. 

O Itaú Unibanco procura combinar consistente desempenho financeiro com atitudes que privilegiam a ética e a transparência no relacionamento com clientes, colaboradores, acionistas e comunidade. 

O que significa sustentabilidade na prática?

Em entrevista concedida ao Estadão no último dia 18, o presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setúbal, explicou que, para o banco, sustentabilidade significa, principalmente, ter transparência com as partes interessadas. Na prática, isso implicou, por exemplo, redesenhar os produtos para que eles fossem oferecidos a quem precisa. Em seguro de vida, por exemplo, a oferta passou a ser feita a quem de fato está interessado no produto. Sem a chamada “venda empurrada”, houve 20% de perdas em vendas, mas redução de 40% nos custos dos seguros, por conta dos menores índices de cancelamentos. 

Os financiamentos, por sua vez, passaram a levar em conta os riscos dos impactos socioambientais de forma mais preponderante. Se o impacto for considerado inaceitável, o banco não libera o financiamento. 


E às perguntas:

custa caro ser sustentável?

E dá retorno ser sustentável?

Roberto Setúbal responde:

- Se pensarmos no longo prazo (que é o melhor jeito de se pensar sustentabilidade), custa barato. As perdas imediatas podem ser compensadas por ganhos em outros setores, como demonstrou a equação do seguro de vida. 

Roberto também enfatiza que, se a empresa tem pretensão de se manter no mercado, ela vai precisar adotar práticas sustentáveis, não como alternativas, mas como necessidade para sobreviver. 

- Sustentabilidade dá retorno porque gera estabilidade e confiança na relação com as partes interessadas, mais reputação e mais valor de marca. 

Não por acaso, pelo segundo ano consecutivo, o Itaú Unibanco também foi reconhecido, recentemente, como a marca mais valiosa do Brasil em 2011, por estudo realizado pela Interbrand, consultora mundial em identidade de marca. A instituição superou o Bradesco, a Petrobras, o Banco do Brasil e a Skol para consolidar-se nessa liderança.

Fonte: http://institutoethos.blogspot.com/2011/06/banco-brasileiro-reconhecido-como-o.html

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Deficientes físicos – as empresas estão preparadas?

Muitas empresas querem ter em seu quadro funcional alguns deficientes físicos. Porém, grande parte delas não sabe como agir quando esses funcionários passam a fazer parte da rotina da corporação. Contratar deficientes físicos é um sinal de responsabilidade social, já que muitas dessas pessoas enfrentam problemas sérios de inclusão no nosso país que, além de ainda muito preconceituoso, ainda não se adaptou estruturalmente para receber pessoas com necessidades especiais em seus espaços físicos.

Infelizmente, porém, as coisas não são tão simples como parecem. Não adianta apenas ter boa vontade em contratar uma dessas pessoas para sua empresa. Ouço dezenas de executivos reclamando que falta mão de obra qualificada. Muitos dizem que é difícil encontrar profissionais deficientes que tenham capacitação suficiente. Porém, sinto-me na obrigação de informar que a dificuldade em encontrar pessoas que atendam nossas exigências, hoje em dia, independe se ela precisa de algum cuidado especial. Há muitos profissionais deficientes físicos excelentes, sim, e dar oportunidade a eles é uma atitude excelente tanto para a empresa, quanto para a pessoa contratada.

Superada a questão da mão de obra escassa, ao receber um profissional deficiente físico é preciso tomar uma série de precauções. A primeira eu diria que é a conscientização que deve ser feita com os profissionais que já estão na empresa. É preciso que eles saibam lidar com uma pessoa que, porventura, possa vir a precisar de auxílio. É fundamental que todos sejam bem orientados para que ajam com zelo e educação com aquela. Acredito que não preciso nem comentar sobre os “apelidinhos” de mau gosto, que chamam atenção para peculiaridades do colega de trabalho. Isso é uma atitude extremamente repugnante e que não deve ser feita com ninguém dentro da empresa, pior ainda se for feito em zombaria de um problema que essa pessoa tem.

O segundo passo, e o que considero mais complicado para alguns empresários, é a adaptação de todo o espaço físico para dar conta de receber bem esses profissionais. É preciso levar em consideração que cada um precisa de um ajuste diferente. O cadeirante, por exemplo, precisa de espaços amplos, portas largas, rampas, e uma série de outras adaptações peculiares a eles. Já outro deficiente que use muletas precisará de outra série de adaptações. Os profissionais com deficiência auditiva precisarão de pessoas que saibam se comunicar com a linguagem dos sinais. E os deficientes visuais precisarão ter documentos em braile ou em tamanhos especiais para poder auxiliar qualquer cliente e/ou colega de trabalho.

Independentemente da necessidade especial do profissional que você pretende contratar, cada um deles precisará de investimentos diferentes. Por isso, antes de fazer uma contratação, adapte-se. Muito pior será receber alguém sem poder lhe oferecer condições dignas de trabalho.

Por fim, sinto-me na obrigação de lembrar que ter o rótulo de empresa responsável socialmente não pode ser o que norteia essa decisão. Quem toma uma atitude dessas por obrigação, só tende a fazer as coisas da forma mais tortuosa possível. É como ajudar uma pessoa com deficiência visual a atravessar uma rua. Ninguém é obrigado a ajudar, mas quem reconhece a importância disso e ajuda com vontade, faz da forma certa. Já, quem se sente obrigado a fazer e encara isso de forma penosa, fará tudo errado.

Fonte: http://www.amanha.com.br/blogs/92-vida-executiva--por-bernt-entschev/1968-deficientes-fisicos--as-empresas-estao-preparadas

Inovação no Brasil x Inovação no Mundo

A Inovação tem sido destacada como a grande força propulsora e renovadora das empresas e, consequentemente, do crescimento sustentável das nações. O fato de “fazer diferente” é reconhecido por todos como algo que proporciona uma posição de destaque junto aos clientes, fornecedores e a sociedade, gerando, com isso, valor econômico para as organizações.

Mais do que uma intuição, inovar é a chave do crescimento sustentável. Um estudo realizado em 2005 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) com 72 mil empresas brasileiras com mais de dez funcionários demonstrou que, apesar destas empresas representarem apenas 1,7% da indústria, as que investem em inovação são responsáveis por 25,9% do faturamento industrial no Brasil, e por 13,2% do número total de empregos gerados no país.

Inovar, pragmaticamente, é transformar ideias novas em resultados sustentáveis, ou seja, consiste no justo equilíbrio entre criatividade e processos para geração de valor. Em termos de criatividade, o Brasil tem um diferencial oportuno em comparação com outros países. É, ao mesmo tempo, o país da biodiversidade e da etnodiversidade. É uma nação multicultural e linguisticamente unida - diferente da Europa, por exemplo -, em que o respeito e admiração da diferença, de forma geral, prevalecem. Por outro lado, o Brasil tem, também, um enorme desafio, que consiste na própria inserção efetiva desta diversidade no contexto organizacional. Para mencionar um único e bastante revelador dado, no Brasil, menos de 27% dos cientistas atualmente trabalham em projetos ligados a empresas. Nos Estados-Unidos, país que viu nascerem empresas c omo Cisco, Xerox, Google, Apple, Facebook, entre outras grandes marcas, 80% dos pesquisadores são inseridos em trabalhos empresariais. Na Correia do Sul, que acelerou de forma exemplar seu crescimento nas últimas duas gerações, este mesmo número é de 77%.

O Brasil tem um cenário empreendedor interessante que o coloca como país de destaque no mundo. Porém, este destaque está mais ligado ao tamanho da população empreendedora do que pelo planejamento empreendedor. Infelizmente por aqui essa atividade ainda acontece mais no sentido de um da necessidade e não de oportunidade, e com muito pouco conteúdo inovador.

Os dados da PINTEC (Pesquisa de Inovação Tecnológica) coletados pelo IBGE, demonstram que o protagonismo privado nos investimentos em inovação e, consequentemente, na cultura do risco como contrapartida da oportunidade, ainda é baixo. Efetivamente, a porcentagem total de investimentos privados em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) no Brasil é de 0,55% do PIB, contra 1,87% nos Estados Unidos e 2,45% na Correia do Sul.

Naturalmente, não se deve utilizar de tais dados para autenticar que o país estacionou a inovação. No Paraná, por exemplo, tem se incentivado e verificado um esforço cada vez maior de desenvolvimento da inovação por meio de parcerias. Redes internas e externas de parceria, que decorrem do incentivo ao trabalho interno em rede (potencializado pela chamada web 2.0), e pela busca constante pela aproximação de empresa-empresa, universidade-empresa, ONG-empresa e governo-empresa, têm sido decisivas para o fortalecimento da cultura de empreendedorismo inovador no Estado.

Entre os esforços que estão propulsionando o Paraná em termos de referência para o Brasil em inovação, e que tem despertado o interesse de outros países, está a iniciativa da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), com a criação do C2i - Centro Internacional de Inovação (www.c2i.org.br). A abordagem do C2i para acelerar o desenvolvimento do setor produtivo do Estado, consiste em propor que “inovar é transformar conhecimentos novos em resultados sustentáveis”, e que a gestão da inovação está na “capacidade sistemática e estratégica de inovar”. Apontando, portanto, para dois pilares essenciais e em constante equilibro desta disciplina: a Cultura da Inovação, e os Processos de Inovação.

Filipe Cassapo é especialista em gestão da inovação e diretor executivo do C2i - Centro Internacional de Inovação da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) filipe.Cassapo@fiepr.org.br

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI240066-18478,00-INOVACAO+NO+BRASIL+X+INOVACAO+NO+MUNDO.html

Época de Mudanças ou Mudança de Época?

O grau de despreparo dos líderes para lidar eficazmente com os desafios que nos atormentam fica ainda mais evidente quando levamos em consideração um conjunto de novas circunstâncias que impactam nosso cotidiano. Estamos em plena transição de um mundo industrial para a era dos serviços; do foco no produto para o foco no cliente; da padronização para a customização; da repetição para a diversidade; do fixo para o móvel; do previsível para o volátil; do analógico para o digital; da indiferença, quando empresas andavam de costas para a comunidade, para a exigência da responsabilidade social e ambiental; de um mundo ocidental para uma globalização multipolar.

Essa série de transições ocorrendo ao mesmo tempo pode levar os mais apressados a concluírem que estamos vivendo uma “época de mudanças”. Prefiro acreditar que atravessamos uma “Mudança de Época”.

Tanto as oportunidades quanto as dificuldades que surgem em momentos como esse devem ser enfrentadas com soluções inovadoras, corajosas, com uma nova forma de olhar e perceber a realidade. Na se trata apenas de melhorar o que existe, de aperfeiçoar de forma incremental e de ajustar o agir a uma nova realidade. Trata-se de reinventar o pensamento e a ação.

Os conceitos de Liderança, tal qual os conhecemos hoje, estão com os dias contados. Os velhos e surrados atributos do que era considerado um líder eficaz, foram concebidos para uma realidade que já não existe mais.

Dentro dessa nova moldura, ouso propor que precisamos evoluir do modelo herdado da Era Industrial, o Líder 1.0, cujo modelo mental dentro do qual fomos educados nos levou a acreditar que:

• Liderança é sinônimo de cargo, posição social, dinheiro e, até mesmo, tempo de serviço.• Liderança é uma arte, apenas para pessoas visionárias, bem informadas.

• Liderança é inata, pois alguns já nascem com este “dom”.

• Existe um estilo ideal de liderança, que as pessoas devem procurar praticar.

• Líder competente é quem possui seguidores leais.

• Líderes competentes inspiram pelo carisma e pela hierarquia, pois “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.

Formas de pensar e agir como essas fazem com que o potencial de liderança dentro das empresas não seja devidamente aproveitado, enquanto muitas pessoas perdem oportunidades de sucesso na carreira.

Esse é o mundo da Liderança 1.0, baseado no binômio “comando e controle”, cujo modelo não se sustenta mais. Seus alicerces estão ruindo. Tem ficado cada vez mais evidente, por exemplo, que pouco importa em qual quadrante o seu estilo de liderança se encaixa e qual a sua distância do estilo ideal, pois não tem dado certo fingir ou tentar ser quem não somos.

Você não precisa ser gerente ou diretor de empresa para ser líder. Outro aspecto cada vez mais desmistificado: o líder não nasce pronto, pois a gente aprende a ser líder. E, finalmente, a liderança não é exercida apenas por homens ou por adultos, pois na vida real é também exercida com competência por mulheres, crianças, adolescentes e por pessoas de ampla diversidade social e cultural.

Mas, apesar de sabermos que o modelo do Lider 1.0 já não funciona mais, uma nova forma de pensar e exercer a liderança ainda não se faz presente com a intensidade que é necessária. Precisamos reinventá-la!

Fonte: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/blog-do-management/2011/06/10/epoca-de-mudancas-ou-mudanca-de-epoca/

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Tecnologia é aliada da sustentabilidade

A disseminação dessa consciência é decisiva, em todos os setores produtivos, para a preservação do meio ambiente.

A elevadíssima qualidade dos 21 cases inscritos na "Categoria Ambiental" do 2o Prêmio Abigraf de Responsabilidade Socioambiental, cuja cerimônia de entrega realizou-se em 7 de junho último, evidencia o avanço da indústria gráfica brasileira no tocante à produção limpa. A constatação corrobora o propósito da Associação Brasileira da Indústria Gráfica ao criar o concurso, de estimular e reconhecer as práticas ecologicamente corretas das empresas.

A disseminação dessa consciência é decisiva, em todos os setores produtivos, para a preservação do meio ambiente e, sobretudo, a reversão das mudanças climáticas, que continuam ameaçando a salubridade do habitat, em futuro não muito distante. Portanto, é premente atender à premissa da sustentabilidade. Trata-se de uma atitude cívica e política dos indivíduos,empresas e todas as organizações da sociedade contemporânea. Nesse sentido, o Prêmio Abigraf de Responsabilidade Socioambiental cumpre missão relevante, reforçando essa postura positiva.

Por outro lado, a produção limpa - que na indústria gráfica significa preocupações desde a racionalização do uso da água, passando pela utilização de insumos e consumíveis de maior produtividade, até o tratamento de resíduos e aproveitamento de aparas – somente pode ser viabilizada pelo aporte de tecnologia, processos corretos, normas eficazes e sistemas de produção padronizados conforme certificações comprovadamente adequadas.

Nesses quesitos relativos à vertente técnica da impressão, tem sido relevante a contribuição da ABTG (Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica). A entidade, que é o organismo normalizador oficial do setor no País, braço da indústria impressora brasileira na ISO Internacional, certificada ISO 9001:2008 e Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), tem avançadocada vez mais no escopo de suas missões: difundir informação técnica; incentivar a pesquisa; introduzir e disseminar tendências e tecnologias no segmento gráfico nacional, incentivando o debate técnico; auxiliar o profissional a entender e acompanhar as rápidas mudanças no universo da comunicação gráfica, criando referências com o desenvolvimento de normas técnicas e prêmios de qualidade

Todo esse trabalho respalda a ação política da Abigraf de estímulo às práticas ecologicamente corretas e a atitude cívica das gráficas brasileiras de atender à prioridade da preservação e resgate da qualidade ambiental. Percebe-se um crescente movimento sinérgico entre a postura cidadã e a tecnologia e processos necessários ao seu exercício. Estamos diante de um saudável exemplo. Sua multiplicação ao longo das distintas cadeias produtivas poderá ser de imensa valia para que o Brasil equacione de modo mais rápido o grande desafio deste século, que é conciliar produção, crescimentoeconômico e qualidade ambiental.

Reinaldo Espinosa é o presidente da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica (ABTG).

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/tecnologia/tecnologia-e-aliada-da-sustentabilidade/45516/

Empreendedorismo no ensino fundamental

Sebrae-MG e governo de Minas Gerais querem levar a cultura empreendedora para as escolas públicas do estado

 

O Sebrae-MG apresentou para 47 superintendentes da secretaria de Educação do estado de Minas Gerais o programa Cultura Empreendedora no Ensino Fundamental. A idéia é levar disciplinas, pesquisas e atividades de empreendedorismo para alunos das escolas públicas mineiras.

O gerente do Sebrae-MG, Ricardo Pereira, disse que é importante estimular o comportamento empreendedor na criança desde o ensino fundamental. Para ele, o sistema educacional brasileiro ainda forma os indivíduos para trabalhar na iniciativa pública ou privada e não para empreender.

Elbe Brandão, diretora do Sebrae-MG, afirmou que uma parceria entre o governo do Estado e o Sebrae-MG pode disseminar a cultura empreendedora entre os jovens. Ela lembrou que “o programa Cultura Empreendedora no Ensino Fundamental já foi realizado em algumas escolas de Minas Gerais, com resultados excelentes”.

Valéria Borges, superintendente de educação de Itajubá, no sul de Minas Gerais, afirmou que o programa melhora o desempenho dos alunos. “Queremos que a escola seja instrumento de transformação para modificar a vida das crianças. Alunos das cidades de Sapucaí Mirim, Natércia e Itajubá criaram idéias de negócios, que podem gerar emprego e renda no município, a partir do conhecimento obtido na escola”, ressalta Valéria.

Os educadores das superintendências estaduais de ensino que se interessarem pelo programa do Sebrae-MG irão participar de treinamentos para a implementação do programa. A metodologia prevê conteúdos específicos de acordo com as características sócio-culturais da cidade e faixa etária do aluno.

Fonte: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=6453

Google lança programa para estimular expansão de empresas na web

O Google lançou nesta quarta-feira, em parceria com o Sebrae, a HP e a Yola (empresa de serviços de hospedagem e design de websites), um projeto que busca estimular a expansão de pequenas empresas na internet.

Chamado de Conecte seu Negócio, o programa irá "facilitar e ampliar a entrada de empresários de todo Brasil" na rede.

Como parte do lançamento, o Google oferecerá domínios grátis aos primeiros 5 mil inscritos -promoção válida para a primeira anuidade.

projeto contempla ainda a criação, design e hospedagem do website de forma gratuita.

"Após o site ser criado, os empresários receberão créditos em Google AdWords --solução de publicidade online-- para promover seu site na internet", explica em nota.

Segundo o Google, o papel do Sebrae "será o de estimular o empreendedorismo e o desenvolvimento dos micro e pequenos empresários no meio digital, com a produção de material educacional e treinamentos por webinars, além de todo o suporte necessário no canal oficial do projeto".

COMO PARTICIPAR

O empresário pode checar pelo site do programa (www.conecteseunegocio.com.br) se o domínio desejado está disponível. Após esse primeiro passo, deve registrar a empresa por meio do CPF/CNPJ e preencher o formulário com os dados.

"A partir daí, começa a fase da construção do website: com o uso da ferramenta da parceira Yola, o usuário poderá escolher diversas opções de layout, formatação de página, inserir fotos e o conteúdo. Simples e fácil, a ferramenta permite a qualquer pessoa criar sites criativos e com todos os recursos de e-commerce necessários", explica o comunicado.

De acordo com o Google, também será oferecido um pacote especial da HP na oferta de computadores (desktops e notebooks), impressoras e monitores.

"Estamos comprometidos com a inclusão digital das empresas brasileiras, especialmente as micro, pequenas e médias", afirmou Fabio Coelho, presidente do Google Brasil.

"Acreditamos que a oferta de ferramentas que ajudam no investimento inicial de construção de um site será um grande estímulo para os mais de 5 milhões de empresários brasileiros que buscam expandir seus negócios online. Nosso objetivo é mostrar a esses empreendedores que a internet é um ambiente muito rico em oportunidade, com bom retorno sobre os investimentos", completa.

Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/economia/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=3322

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Oportunidades de negócio e desafios desenham cenário brasileiro

Tema foi discutido por membros do governo e do setor privado em evento de mulheres empreendedoras

Por Mariana Iwakura, do Rio de Janeiro

Crescimento da economia, inclusão de novos públicos consumidores, aumento da população economicamente ativa. Os fatores que fomentam oportunidades de negócios no Brasil foram ressaltados no Dell Women’s Entrepreneur Network, evento que reúne mulheres empreendedoras entre 5 e 7 de junho no Rio de Janeiro.

O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Alessandro Teixeira, ressaltou o crescimento do Produto Interno Bruto brasileiro em 2010. “O Brasil cresceu 7,5%. Mas o desafio não é só o crescimento econômico. O Brasil mudou sua pirâmide de distribuição de renda. Em 2014, 53% da população pertencerá à classe média”, disse. Teixeira também destacou o aumento do investimento estrangeiro direto em países em desenvolvimento.

Fernanda de Lima, CEO da Gradual Corretora, acrescentou que o Brasil tem também a vantagem de contar com uma grande janela demográfica – o crescimento da faixa da população em idade economicamente ativa. “Por isso precisamos de educação. E as mulheres descobriram o poder da educação. Elas são mais da metade dos estudantes em universidades”, afirmou.

Os eventos esportivos que o Brasil irá sediar nos próximos anos também foram destacados como boas oportunidades de negócios. “Infraestrutura e hotéis, por exemplo, receberão investimentos. Serão US$ 50 bilhões em aportes”, disse Maria Helena Pettersson, sócia-líder da área Strategic Growth Markets da Ernst & Young Terco.

Alessandro Teixeira ressaltou que, apesar de 30 milhões de brasileiros terem saído da linha de pobreza, o país tem diversos desafios para enfrentar. “Um dos maiores problemas não só no Brasil, mas no mundo, é criar empregos. Se você não incentiva o empreendedorismo, não cria vagas. As parcerias público-privadas são importantes para isso”, disse. Para Maria Helena, há instituições que incentivam o empreendedorismo no país, mas existe dificuldade para que o empreendedor tenha acesso a informações sobre setores e sistemas de tributação. Abrir um negócio leva em média 120 dias. “Mas nós precisamos parar de reclamar e trabalhar de maneira prática para mudar isso”, afirmou.

Os palestrantes reforçaram que, para ter sucesso, os empreendedores brasileiros precisam melhorar seu planejamento financeiro. “Há somente uma maneira de ser independente: com independência financeira. Esse planejamento está no cerne do empreendedorismo. Os brasileiros têm boas ideias, mas não as gerem da melhor maneira”, disse Fernanda de Lima. “Ter acesso a dinheiro é uma coisa, mas ter acesso inteligente é outra.”

Maria Helena Pettersson acrescentou que o planejamento financeiro, feito desde o início do negócio, é crucial para as empresas que vão procurar financiamento ou um investidor. “Sem esse planejamento, é preciso parar tudo e organizar o negócio.”

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI239157-17180,00-OPORTUNIDADES+DE+NEGOCIO+E+DESAFIOS+DESENHAM+CENARIO+BRASILEIRO.html